As questões de sustentabilidade vêm de duas normas, não de uma
A lista de sustentabilidade do seu cliente baseia-se em normas que o próprio cliente não escolheu. Saber quais são determina o que deve constar na resposta.
De onde vêm as questões
A maioria vem da VSME, a norma voluntária da EFRAG para empresas de médio e pequeno porte não cotadas em bolsa. Existe precisamente para evitar que cada cliente invente a sua própria lista, e abrange ambiente, social e governança.
As questões sobre emissões vêm de outro lugar: do Protocolo GHG, com a sua divisão em escopo 1, 2 e 3. Escopo 1 é o que o próprio cliente queima, escopo 2 é o que está na energia que compra, e escopo 3 é tudo na sua cadeia. Este último é a questão em que a maioria das listas fica presa.
Três tipos de respostas
Uma parte é um número: consumo de energia por ano, a percentagem de energia renovável, o número de acidentes de trabalho com ausência. Uma parte é sim ou não: existe política de saúde e segurança, os funcionários estão cobertos por uma convenção coletiva, existe um canal para denúncias.
E uma parte pede um documento. Estes três tipos vêm de diferentes departamentos da empresa, e essa é a razão pela qual o preenchimento demora tanto tempo.
O que se ganha quando está preenchido uma vez
A lista seguinte demora quase nenhum tempo. O que o cliente registou uma vez — com a fonte e a data de referência — já está lá, e basta confirmar o que mudou.
Quem está por trás
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